Voltar para a página inicial

Gestão de TI para condomínios em Brasília

Um responsável só para computadores, rede, Wi-Fi, acessos, CFTV e backup do condomínio — com escopo, prazos e valor mensal definidos em contrato.

Atendemos síndicos e administradoras do Distrito Federal que cansaram de chamar um técnico diferente a cada problema e não têm para quem perguntar quando algo para de funcionar.

O que costuma acontecer em um condomínio sem gestão de TI

O computador da portaria trava no horário de pico e ninguém sabe se o problema é o equipamento, a internet ou o sistema de visitantes. O Wi-Fi do salão de festas usa a mesma rede da administração, com a senha anotada num papel do balcão. As imagens das câmeras são acessadas por um login único, conhecido por quatro pessoas — e ninguém consegue dizer quem viu o quê.

Quando o síndico troca, a situação piora: some a senha do roteador, ninguém acha a nota fiscal do DVR e o contrato do link está no nome de um ex-morador. Não é falta de cuidado, é falta de alguém responsável pelo conjunto — cada fornecedor cuida da sua parte e ninguém enxerga o todo.

  • Senhas compartilhadas entre porteiros, zeladoria e administração
  • Backup inexistente ou nunca testado — a prova aparece quando o HD falha
  • Funcionário desligado que continua com acesso ao sistema e às câmeras
  • Rack sem identificação, com cabos sem etiqueta e sem nobreak
  • Sistema de gestão condominial usado pela metade, porque ninguém treinou a equipe

O que entra na mensalidade

Computadores da administração e da portaria Inventário, manutenção preventiva e corretiva, sistema operacional e programas atualizados.
Rede, internet e Wi-Fi Switches, roteadores, access points, rack organizado, rede separada para visitantes e acompanhamento do link.
Usuários e permissões Contas individuais por funcionário, política de senha, MFA e rotina de bloqueio no desligamento.
CFTV e acesso remoto Controle de quem vê as imagens, níveis de permissão, acesso remoto seguro e registro de logs.
Backup e continuidade Definição do que é copiado, onde fica, retenção e teste periódico de restauração.
Segurança e LGPD Antivírus, firewall, privilégio mínimo e orientação sobre o tratamento dos dados de moradores.
Documentação do ambiente Diagrama de rede, inventário e mapa de acessos entregues à administração, não guardados conosco.
Atendimento com prazo Canal único para abrir chamado, com prazos de resposta definidos em contrato.

Como começa: vistoria técnica antes do orçamento

Não dá para orçar um ambiente que ninguém viu. Começamos com uma visita técnica usando uma ficha padrão de levantamento, que percorre administração, portaria, guarita, sala de CFTV e rack, registrando equipamentos, topologia de rede, usuários, sistemas em uso, backups e acessos — com registro fotográfico autorizado pelo condomínio.

Dessa visita sai a classificação de risco do ambiente, as cinco prioridades mais urgentes e a proposta de gestão mensal, com o escopo escrito, a frequência de visitas e as responsabilidades de cada parte. É um documento que o síndico consegue levar para a assembleia e defender linha a linha.

Perguntas frequentes

Quanto custa a gestão de TI de um condomínio?

O valor depende do tamanho do ambiente: quantidade de computadores da administração e da portaria, número de câmeras, pontos de rede e sistemas em uso. Por isso a primeira etapa é sempre a vistoria técnica, sem custo e sem compromisso — o orçamento sai depois dela, com escopo escrito e valor mensal fechado, para o síndico levar à assembleia sem surpresas.

Precisa de visita presencial ou dá para resolver à distância?

As duas coisas. A vistoria inicial é presencial, porque é preciso ver o rack, a portaria, a sala de CFTV e o estado real dos equipamentos. No dia a dia, boa parte dos chamados — senha, e-mail, impressora, acesso a sistema — resolve-se remotamente, e as visitas presenciais entram com a frequência definida no contrato.

Já temos uma empresa que cuida das câmeras. Atrapalha?

Não. É comum o condomínio ter uma empresa de CFTV e outra de portaria eletrônica. Nosso papel nesse caso é garantir que os acessos estejam sob controle da administração: contas individuais em vez de senha compartilhada, revisão de quem pode ver as imagens, acesso remoto seguro e registro de logs. Trabalhamos junto com o fornecedor que já existe.

O que acontece quando troca o síndico?

É justamente o momento em que a falta de documentação aparece: ninguém sabe a senha do roteador, quem tem acesso às câmeras ou onde está o contrato do link. Mantemos inventário de equipamentos, diagrama de rede, mapa de acessos e histórico de atendimentos sempre atualizados e disponíveis para a administração — a transição acontece sem perda de informação.

Vocês atendem condomínios em quais regiões?

Atendemos Brasília e o Distrito Federal. Nossa sede fica em Águas Claras e já prestamos serviços técnicos em condomínios de Águas Claras, Sudoeste, Asa Sul, Lago Norte e em instituições como a Embaixada da Polônia.

Agende a vistoria técnica do seu condomínio

Sem custo e sem compromisso. Em uma visita levantamos o ambiente inteiro e você recebe o diagnóstico com as prioridades, mesmo que decida não contratar.